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15 Junho 2020

Negócios híbridos: como levar o seu negócio físico para o digital?

Se ainda não tem o seu negócio presente no mundo digital, já está atrasado. Na verdade, enquanto está a ler este artigo, poderia estar a fazer vendas. E se ainda não tem um e-commerce, já deve ter pelo menos ouvido falar sobre as potencialidades do digital e sobre as empresas que já multiplicaram a receita desde que começaram a vender online. 

Levar o seu negócio para o online não significa migrar todo o seu negócio. Tornar-se uma empresa híbrida não significa abandonar completamente a componente física, mas sim estar presente nos dois e tirar partido das vantagens de ambos. Aliás, ter uma loja física a complementar a loja online é  uma enorme vantagem e deve usá-la em seu favor, uma que vez que lhe dá mais credibilidade e confere confiança. 

Ao ter uma presença online forte, não está só a aumentar as vendas da sua empresa, mas também a aumentar a sua notoriedade e visibilidade.  

Se está a pensar dar o salto para o online e tornar o seu negócio híbrido, deixamos-lhe alguns pontos sobre os quais deve refletir para conseguir fazer uma transição vencedora do seu modelo de negócio. 

1. Plataformas de logística online

Num negócio, seja ele físico ou digital, uma boa gestão depende da capacidade de organização e administração. As plataformas de gestão de encomendas e de logística online estão cada vez mais atuais e simples, fazendo com que tudo o que precisa de saber esteja presente numa única plataforma fácil de trabalhar. 

Por exemplo, a plataforma de e-commerce desenvolvida pela Netgócio é feita de raiz e de forma personalizada para cada cliente e integra com um conjunto alargado de ERP’s (Enterprise Resource Planning ou Sistema Integrado de Gestão Empresarial, em português), que são úteis e simples para gerir uma loja online, tais como PHC, Sage, Primavera, Keyinvoice, entre outros.

2. Como vai pôr os seus produtos online?

Já concordou em experimentar as vantagens do digital e colocar alguns dos seus produtos no online. Aí, vai colocar-se outra questão importante: deve criar um e-commerce para a sua empresa ou juntar-se a um marketplace? 

✓ E-commerce: ao criar um e-commerce para sua empresa, aquele espaço é seu e só seu e poderá adaptá-los às necessidades da sua marca e aos interesses dos seu público. Tem todo o controlo e nenhuma concorrência, mas o custo de aquisição é completamente suportado pela sua empresa, o que obriga a algum investimento.  

✓ Marketplace: em vez de utilizar a sua própria plataforma, estará um marketplace e a usufruir do seu grande tráfego, notoriedade e credibilidade por um custo mais baixo, já que estas plataformas costumam funcionar com uma comissão sobre a venda. Por outro lado, terá de disputar aquele espaço com a sua concorrência. 

3. O preço

No contexto físico, quando um cliente chega à sua loja e vê os seus produtos não tem como saber se tem, ou não, o melhor preço, a não ser que tenha procurado nos seus concorrentes antes. O mesmo não funciona com o online.

Em apenas alguns cliques, um potencial cliente pode perceber se a sua empresa está a vender mais barato ou não. Aliás, há plataformas que se especializaram nisso mesmo, como o KuantoKusta, e o Google Shopping já faz esse trabalho pelos seus clientes. 

Assim sendo, saltando para o online pode haver a possibilidade de ter de baixar um pouco os seus preços, isto se quiser ter vendas. Porém, é pertinente alertar para duas questões importantes: 

✓ Atenção à canibalização das vendas. Se o seu negócio se transformar num modelo hídrico, vai conseguir tirar partido de ambas as partes, online e offline, sem que uma prejudique a outra. Contudo, se baixar em demasia os preços online, os seus clientes poderão abandonar completamente o offline. Uma estratégia bem definida e implementada, passa por alcançar um equilíbrio entre preços e dar vantagens no online, como promoções ou códigos personalizados. 

✓ Calcule os preços contando com questões de logística. Antes de definir o preço final de um produto, atente aos custos de logística e de entrega. Ter estes aspetos em consideração vai permitir-lhe definir um preço adequado para suportar estas despesas e, ainda assim, conseguir uma boa margem. 

4. As entregas

Com uma loja online, escolher uma transportadora ou empresa que preste serviços de recolha e entrega de encomendas faz, invariavelmente, parte do processo. Entre CTT, MRW, DHL, DPD, Nassex, UPS, tem muito por onde escolher. 

Antes de avançar com uma delas, deve estudar as modalidades oferecidas e escolher a mais adequada para o seu negócio. Uma escolha ponderada poderá resultar em decisões muito importantes para o seu e-commerce e para os seus clientes, como a cobrança (ou não) dos custos de transportes.

5. Que mercados quer trabalhar?

Como dissemos em cima, o online permite que os seus produtos e serviços estejam colocados numa montra com um grande alcance geográfico: todo o mundo! Sim, as possibilidades são infinitas, mas deve ter em atenção as limitações legais de determinados produtos. Por exemplo, se a sua empresa vender produtos que não são permitidos num determinado país, é pertinente trabalhar esse mercado?

6. Que métodos de pagamento vai utilizar?

Ao escolher os métodos de pagamento a incluir no seu e-commerce, é boa política oferecer uma larga variedade de opções aos seus clientes. Mas mais importante que isso, é oferecer as opções certas para cada mercado. Por exemplo, em Portugal é praticamente obrigatório ter a opção de pagamento por referência multibanco. 

Já na Espanha, Visa e Mastercard são os métodos eleitos. Na França os métodos mais adotados são American Express e também o Mastercard. O mesmo com o Brasil. Acima de tudo, é fundamental que estude e conheça os seus mercados.

A plataforma Netgócio prevê a integração com transferência bancária, referências multibanco, à cobrança, MBWay, cartão de crédito e Paypal. Integramos ainda as seguintes plataformas de pagamento: Ifthenpay, Eupago, Redunicre, Easypay e Braintree. Contudo, fazemos integrações com outros métodos e plataformas de pagamento, é uma questão de analisar e decidir que outros quer incluir. 

7. Que retorno espera do seu e-commerce?

Que retorno pretende obter com o seu investimento? Quando começa na aventura do e-commerce e do comércio online, é importante gerir expectativas. Defina objetivos e projeções, mas seja realista e racional. Nos primeiros meses, conte com fazer um grande investimento inicial em tráfego e só depois de alguns meses é que poderá começar a ver retorno. 

Na Netgócio, costumamos dizer que o e-commerce é uma maratona, não um sprint! É um processo que obriga a estar atento a várias frentes mas, com paciência e investimento, é possível a sua loja online dê frutos e  se torne numa fonte de receita rentável. 

A boa notícia é que não tem de fazer esta transição sozinho. Somos especialistas em criar soluções digitais para empresas e já criamos lojas online integradas num modelo de negócio híbrido para várias empresas, que já estão a lucrar e a crescer online.

Fale connosco! Queremos conhecer a sua empresa e ajudá-lo a construir um e-commerce competitivo, sólido, forte e rentável. 

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