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11 Janeiro 2021

10 Tendências de Marketing Digital

2020 já lá vai e é momento de fazer uma retrospetiva e preparar a estratégia para 2021. A verdade é que a pandemia que marcou o ano passado mudou hábitos e comportamentos e obrigou as marcas a otimizarem recursos, a serem mais eficientes, mais ágeis e a conseguirem comunicar com assertividade, ainda que à distância. 

As alterações foram tão abruptas e significativas que acabaram por mudar e ditar as regras também do marketing. Aliás, passado quase um ano desde o início da pandemia, esta continua a influenciar fortemente a nossa vida, incluindo as tendências de marketing digital. 
Conheça 10 tendências e comece ainda hoje a preparar a sua estratégia digital.  

1. Going Live!

2020 foi o ano dos lives! Em 2019, segundo dados da StreamElements, os internautas assistiram a 1,1 bilhão de horas de vídeos ao vivo e 2020 só veio confirmar o sucesso da estratégia. 

Olhemos para o exemplo do programa “Como é que o bicho mexe?”, de Bruno Nogueira. Todos os dias, milhares de pessoas assistiam à sua conversa com vários convidados e o último episódio foi visto por mais de 170 mil pessoas. Hoje, “Como é  que o bicho mexe?” é considerado um caso de estudo e um exemplo de sucesso. 

O sucesso dos lives prende-se com a constante procura por conexões humanas reais em tempo real e a necessidade humana de socializar e interagir com outros. São uma ferramenta extraordinária para gerar grandes taxas de interação e criar relações fortes e coesas com o público. No ano transato, foram vistos como verdadeiros coletes salva vidas durante as semanas de confinamento. 

2. Use e abuse do User Generated content

User Generated Content é, na prática, conteúdo produzido pelos utilizadores. Esta é uma estratégia considerada vencedora há já algum tempo, mas promete voltar em força em 2021. Com o cancelamento e adiamento de sessões fotográficas, o conteúdo gerado pelos utilizadores foi o que valeu a muitas marcas, que o usaram para alimentar as suas redes sociais. O conteúdo criado pelos seus seguidores tem, por norma, maior taxa de interação. Porquê? Porque é considerado mais confiável, autêntico e fidedigno. 

Os consumidores sentem-se cada vez mais ligados a experiências comuns de pessoas comuns, assim como a opiniões e estilos de vida com os quais se identificam: mais reais, genuínos e down to earth.

Mas como conseguir que os seus utilizadores criem conteúdo por si? É simples: peça! As pessoas adoram ser ouvidas e sentirem-se no centro das estratégias das marcas de que gostam. Desafie-as a publicarem posts, fotos, reviews e a identificarem a sua marca. 

3. Marketing de (micro)influência

Nos últimos anos, assistimos a um crescimento exponencial do marketing  de influência. Porém, as marcas aperceberam-se rapidamente de duas realidades. Por um lado, as influencers com milhões de seguidores não geram o retorno esperado e, por outro, apostar em microinfluencers é mais económico, gera mais interação e tem maior ROI (Retorno Sobre o Investimento). 

A explicação está no que já falamos acima. As pessoas relacionam-se mais com pessoas como elas: com vidas e experiências mais genuínas, normais e comuns. Além disso, por norma, os micro influencers são especialistas num determinado nicho, onde recebem mais atenção e têm melhor reputação.

Assim, se vai investir em marketing de influência, sugerimos que faça uma análise mais profunda. Procure não as maiores influencers, mas sim as melhores para o seu meio, com maiores taxas de interação e melhor reputação na sua área. 

4. TikTok: a dança do alcance e da interação orgânica

O TikTok encontrou em 2020 o ambiente perfeito para prosperar. Muito graças ao confinamento, as pessoas procuraram novas plataformas e novas formas de passarem o tempo, e o TikTok deu-lhes isso mesmo. Surgiu, assim, uma nova forma de comunicar, uma nova forma de passar o tempo, novas coreografias e tendências e um conjunto de novos criadores. 

A principal vantagem do TikTok é o maior alcance e maior interação que consegue de forma orgânica. Porém, assim como qualquer outra rede social, é  importante que reflita sobre a sua pertinência. Faça um pequeno exercício de reflexão: o seu público está no TikTok? Vai ter capacidade de gerir mais uma rede social? Vai conseguir preparar mais uma estratégia, criar conteúdo, partilhá-lo, interagir com novos seguidores, analisar métricas, etc?

Se sim, saiba que criar conteúdo para o TikTok é mais simples do que pensa. Os vídeos não têm de ser profissionais, basta ser criativo e explorar músicas, sons, efeitos e filtros e, a partir daí, desenvolver algo que entretenha, que faça rir ou que informe de forma mais descontraída. 

5. Marcas mais humanas

Como já explicamos, 2020 e a situação pandémica que ainda hoje vivemos trouxe transformações e afetou todo o mundo. Uma das principais alterações foi à base das emoções e empatia. Ninguém ficou indiferente e todos viram a sua vida ser afetada pela pandemia. Perderam-se rotinas, empregos e vidas, e as marcas não podiam ficar indiferentes.

Humanizaram-se e trabalharam para construir uma relação sólida e emotiva com os seus seguidores e clientes, focando-se não só em lucros e receitas, mas também nas pessoas e nos seus problemas. As marcas mais atentas mudaram a sua abordagem e focaram a sua comunicação em valores e princípios, ganhando a confiança dos seus clientes. 

6. Mais resultados de pesquisa, menos cliques

A Google está sempre a arranjar novas formas de melhorar a experiência dos seus utilizadores. Por isso, está a desenvolver uma forma de lhes dar respostas sem os obrigar a clicarem num site. 

Assim surgem os Featured Snippets, ou seja, caixas com perguntas e respostas. Já se deve ter cruzado com elas numa das suas pesquisas: quando pergunta algo ao Google, ele mostra-lhe perguntas relacionadas e a respetiva resposta. Parecem-se como a imagem abaixo. 

Se quiser começar a trabalhar nesta vertente, pode recorrer ao Schema: uma ferramenta muito útil para criar featured snippets e trabalhar outros dados. 

7. Aposte em Slow Marketing

Nos últimos anos, o marketing de conteúdo revelou ser uma ferramenta importante para criar notoriedade na sua área, gerar mais tráfego orgânico, aumentar conversões, etc. Saiba como o marketing de conteúdo o pode ajudar a aumentar as vendas do seu ecommerce.

Contudo, a estratégia foi levada ao seu extremo e trouxe uma consequência: a produção massiva de conteúdo em detrimento da sua qualidade. Tentando dar resposta às exigências dos algoritmos do Google e das redes sociais, as marcas estavam mais preocupadas com a quantidade de conteúdo produzido, deixando para trás os desejos e necessidades dos diferentes públicos. 

Assim nasceu o slow marketing. 2020 ensinou-nos a abrandar e a dar valor ao que é realmente importante e esta lição também se aplica ao marketing digital. A tendência é que as marcas comecem a reduzir a quantidade de publicações, concentrando-se no desenvolvimento de conteúdos de alta qualidade, interessantes, importantes, profundos  e pertinentes para o seu público, excluindo matérias fúteis e superficiais.  

Porém, tudo isto exige pesquisa, planeamento, estratégia, maturação da ideia e posterior análise de resultados, o nos leva à próxima tendência. 

8. Foco em análise de dados

A pressa em produzir muitos conteúdos em detrimento da qualidade dos mesmos, traz outro problema: a falta de investimento de tempo em análise de resultados e definição de conclusões. 

Por vezes, a estratégia vencedora e o foco do investimento está espelhada numa análise um pouco mais profunda, mas que nem sempre é feita. Um pequeno ajuste ou otimização pode ser mais que suficiente para tornar uma estratégia “assim-assim” numa estratégia vencedora e altamente rentável.

9. A urgência do Agile Marketing

O ano de 2020 foi especialmente desafiante para agências e departamentos de comunicação e marketing. De um momento para o outro, as marcas tiveram de fazer mudanças e alterações repentinas nas estratégias previamente definidas: pausaram-se campanhas, mudou-se o tom de comunicação, atualizaram-se imagens e copys e os conteúdos tiveram de ser adaptados ao “novo normal”. 

O agile marketing é isso mesmo: a capacidade de dar respostas rápidas ao mercado e às alterações que nele ocorrem. Agile marketing implica ciclos curtos de trabalho, contínua aprendizagem, máxima atenção ao meio envolvente e aos sinais de mudança, planeamento flexível, foco no cliente e constante colaboração das diferentes equipas.  

10. Ao que se deve manter atento

Deixamos-lhe ainda um conjunto de dicas que, na prática, não são tendências, mas que devem ser alvo de mais atenção e investimento. 

✓ Conteúdo instantâneo (Storys) 
✓ Conteúdo interativo (quizzes e questionários) 
✓ Google My Business cada vez mais importante para negócios físicos e locais
✓ Inteligência artificial 
✓ Pesquisa por voz
✓ Integração do e-commerce nas redes sociais 
 
O que achou destas tendências? Parecem-lhe vantajosas para a sua empresa? Pois bem, é hora de as pôr em prática. Se precisar de ajuda, estamos deste lado. Fale connosco! 

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